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17 de junho de 2016

A MAIOR TRAGÉDIA DO AMOR É QUANDO O MEDO DE PERDER É MAIOR DO QUE A VONTADE DE GANHAR

“Estamos namorando há oito meses. Enfrento diariamente o medo de perder a pessoa amada. Meus relacionamentos não são duradouros por causa dessa minha neurose. Às vezes, prefiro terminar apenas para não sofrer. Sei que sufoco, mas não consigo me controlar. Preciso de ajuda.”

Sara, 33 anos.

A estruturação da vida afetiva começa cedo, na infância. Se tivermos uma experiência de afeto e acolhimento por parte, principalmente, dos pais, internalizamos uma visão do mundo com um lugar bom e passamos a ver os outros como pessoas que nos querem bem. Ao contrário, se nossas primeiras experiências com as pessoas são sofridas solidificamos a crença de que as pessoas, em princípio, são ruins e poderão nos fazer mal. Desconfiança é medo. Desconfiar é deixar de viver o presente para tentar controlar o futuro. Quem desconfia, sofre sempre! O parceiro deixa de ser objeto de prazer e passa a ser um possível causador de sofrimento e decepções.

É preciso ter sempre em mente que ninguém é dono de ninguém. É falsa a crença da posse no amor. As pessoas ficam juntas porque querem e não porque se pertencem. É inútil querer que o parceiro se comporte da maneira que nos interessa para anular o nosso medo de perder. No fundo, queremos que o outro mude para não nos sentirmos ameaçados.

Quando um dos parceiros acredita que não consegue mais viver sem a pessoa amada e passa a se dedicar excessivamente ao outro, algo está errado. Para preservar a união é fundamental o respeito à individualidade e não esquecer a própria identidade. Investir demais num relacionamento pode ser perigoso. Tudo o que é demais, perde a graça. O ser humano tem na sua essência a necessidade do mistério, da novidade. Ninguém suporta o patrulhamento, a cobrança e a falta de confiança. Para exigir respeito, primeiro precisa se respeitar. A relação amorosa não pode fechar a vida para as amizades, o lazer, o trabalho, a família, a vida social. É um grande erro tentar afastar a pessoa amada dos amigos ou da família.

Ao invés de amor colhe-se frustração, decepção e, certamente, ninguém gosta de ter ao seu lado uma pessoa infeliz que só implica e aponta as diferenças.

O amor é o mais perfeito e completo exercício da vida. Assim como a vida, ele não vem com o “script” pronto. É preciso acreditar, apostar na força do amor, dar liberdade e principalmente confiar no próprio taco. Se isto não estiver acontecendo é importante avaliar a sua forma de amar e tentar descobrir os motivos do seu descontrole. Que tal trabalhar as inseguranças, o ciúme e elevar a autoestima? Se não quiser perder a pessoa que ama, sugiro que busque auxílio na terapia.

 
 
20 de julho de 2015

Pequenos hábitos que melhoram a harmonia do lar

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Casar-se e constituir uma família traz grandes mudanças para a vida de um casal. Se antes havia tempo para dedicar atenção apenas um ao outro, depois de casados e com filhos a caminho o tempo diminui e a atenção é distribuída entre as diversas responsabilidades do lar e os pequenos.

Nesse sentido, o cansaço, por exemplo, é iminente. Existe o risco de que o relacionamento pareça desgastado e perca a magia que tomava conta do casal antes de se formar a família.  

 
 
 
04 de março de 2015

O mito do par perfeito e as aparências

mito-do-par-perfeitoCada um tem, desde muito cedo, uma ideia e um ideal do amor. À medida que vamos evoluindo, modificamos nossa ideia, mas jamais nosso ideal. O nosso inconsciente manda para o consciente uma “sugestão” próxima da imagem física que idealizamos por meio de nossos sonhos e fantasias.

A aparência física ocupa um papel muito importante, principalmente para os homens, que são mais visuais do que a mulher. Por isso, muitas vezes deixamos de nos aproximar de pessoas maravilhosas, simplesmente porque a cor dos olhos, dos cabelos, a cintura, os seios, enfim, a plástica não está em conformidade com o nosso ideal.  

 
 
 
25 de abril de 2014

Não fique sozinho no dia dos namorados

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O mês de junho está chegando e, com ele, o tão celebrado Dia dos Namorados, que ocorre no dia 12. A data, sem dúvida alguma, é a mais badalada para casais de todo o Brasil, que buscam as mais diversas e criativas formas de fazer aquele agrado ao seu parceiro (a). E, honestamente, poucos sentimentos são tão doces como o de estar ao lado de quem se ama em uma ocasião tão especial como esta, não é mesmo?

No entanto, a comemoração nem sempre é ansiada por todos. Aliás, alguns até gostariam de não lembrar que ela existe. E isso pode ocorrer devido a um rompimento recente, tentativas frustradas de encontrar o amor ou quaisquer outras más experiências que envolvam o sentimento em questão. Todavia, independente do motivo que te levou a abandonar o Dia dos Namorados, lembre-se: o passado é apenas parte de um processo de amadurecimento e crescimento.