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07 de março de 2017

Agência de relacionamentos: como funciona

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A ideia romântica de que, um dia, esbarraremos com um estranho na rua e nos apaixonaremos perdidamente ainda permeia o pensamento de muitas pessoas ao redor do mundo. E deve. Afinal, até onde sabemos, tal ideia pode ganhar vida a qualquer momento, seja em uma esquina em São Paulo, em um café em Paris ou em uma praça em New York. Porém, nem sempre o acaso mexe os seus pauzinhos, nos forçando a tomar uma atitude frente à situação.

Se você trabalha demais e se descobre sozinho tarde da noite ou no final de semana; se seus amigos já não têm mais quem apresentar; e se você desistiu de buscar na balada e em sites de relacionamento, pois percebeu que não surtiu efeito, então, neste caso, uma das opções mais certeiras é procurar uma agênciade relacionamentos.

No entanto, muita gente parece desconhecer o funcionamento de um local como esse e, por isso, acaba não tentando. Clique na imagem abaixo e veja entrevista da Marlene Heuser, proprietária da Golden Years, sobre como funciona  o serviço de aproximação de pessoas na agência.

agencia de relacionamento

O primeiro passo é preencher, sem compromisso, um formulário – comece preenchendo o cadastro no lado direito deste site. Se você estiver usando o celular, o cadastro está logo abaixo deste artigo. Imediatamente enviaremos um email explicando melhor a proposta de trabalho da agência. A partir daí, caso tenha interesse e após questões contratuais, você será convidado para uma entrevista pessoalmente ou via skype para fornecer mais algumas informações e, em seguida, receberá algumas propostas de candidato (a)s.

Tais propostas, aliás, são meticulosamente selecionadas com base nos gostos, preferências e objetivos que você forneceu. Ou seja, nada será feito às cegas. E, para completar o quadro, a Golden Years conta com a macthmaker MarleneHeuser, que é especialista em amor e relacionamentos e responsável por mais de duas mil uniões.

Gostou? Preencha o cadastro no lado direito deste site. Se você estiver usando o celular, o cadastro está logo abaixo deste artigo. Imediatamente enviaremos um email explicando melhor como podemos te ajudar a encontrar alguém para relacionamento sério.

 
 
29 de julho de 2016

A vingança não leva a nada

agencia relacionamentos

Quem nunca se sentiu injustiçado e desejou se vingar? A vingança pode ser bem agradável no momento da raiva, mas é uma sensação de curta duração e, na maioria das vezes, não é nada prazerosa.

As pessoas desejam se vingar quando alguém faz ou diz algo desagradável, de forma consciente ou até inconsciente. Ou seja, quando a ação resulta em alguma forma de menosprezo, de se sentir lesado ou impotente diante de outras pessoas ou não. Muitas vezes, pessoas com o pavio curto optam por contra-atacar fisicamente ou com palavras.

O ideal antes de pensar em vingança, é dizer para a pessoa que a feriu o quanto você está desapontada, magoada e que está sentindo muita raiva.

Situações de desentendimentos, mágoas, frustrações e de vingança é comum no dia-a-dia, seja em casa, no trânsito, na escola e até no ambiente de trabalho. Mas, são as histórias de amor que rendem audiência nos jornais e na ficção dos folhetins das novelas. Estamos sempre nos deparando com cenas de ciúmes e vingança.
A esposa que decide se vingar do marido que a trocou por uma mulher mais jovem. O homem que não suporta ser abandonado e ver a amada nos braços do outro.

Em geral as mulheres costumam planejar a vingança. Já os homens são educados desde pequenos para devolver a agressão quando provocados.

Mas, dependendo da situação, o descontrole toma conta e a pessoa enfurecida nem pensa em planejar. Parte para a ação. Maria Luiza, 45 anos, empresária conta que quando chegou em casa e flagrou o marido na cama com a amante, jogou água quente nos dois.
Não satisfeita, cortou todas as roupas do safado e jogou pela janela do 18º andar, todos os seus pertences. Nada chegou intacto. Um amontoado de entulhos e um coração dilacerado, de tanta dor. Foi um escândalo no prédio.

Quando a raiva passou, se deu conta de que exagerou na dose. Até porque jura que graças a separação do “traste”, acabou encontrando o amor da sua vida. Enquanto o ex-marido continua não tendo sorte nos seus relacionamentos ela tem certeza de que a sua felicidade é a melhor vingança.

 
 
17 de junho de 2016

A MAIOR TRAGÉDIA DO AMOR É QUANDO O MEDO DE PERDER É MAIOR DO QUE A VONTADE DE GANHAR

“Estamos namorando há oito meses. Enfrento diariamente o medo de perder a pessoa amada. Meus relacionamentos não são duradouros por causa dessa minha neurose. Às vezes, prefiro terminar apenas para não sofrer. Sei que sufoco, mas não consigo me controlar. Preciso de ajuda.”

Sara, 33 anos.

A estruturação da vida afetiva começa cedo, na infância. Se tivermos uma experiência de afeto e acolhimento por parte, principalmente, dos pais, internalizamos uma visão do mundo com um lugar bom e passamos a ver os outros como pessoas que nos querem bem. Ao contrário, se nossas primeiras experiências com as pessoas são sofridas solidificamos a crença de que as pessoas, em princípio, são ruins e poderão nos fazer mal. Desconfiança é medo. Desconfiar é deixar de viver o presente para tentar controlar o futuro. Quem desconfia, sofre sempre! O parceiro deixa de ser objeto de prazer e passa a ser um possível causador de sofrimento e decepções.

É preciso ter sempre em mente que ninguém é dono de ninguém. É falsa a crença da posse no amor. As pessoas ficam juntas porque querem e não porque se pertencem. É inútil querer que o parceiro se comporte da maneira que nos interessa para anular o nosso medo de perder. No fundo, queremos que o outro mude para não nos sentirmos ameaçados.

Quando um dos parceiros acredita que não consegue mais viver sem a pessoa amada e passa a se dedicar excessivamente ao outro, algo está errado. Para preservar a união é fundamental o respeito à individualidade e não esquecer a própria identidade. Investir demais num relacionamento pode ser perigoso. Tudo o que é demais, perde a graça. O ser humano tem na sua essência a necessidade do mistério, da novidade. Ninguém suporta o patrulhamento, a cobrança e a falta de confiança. Para exigir respeito, primeiro precisa se respeitar. A relação amorosa não pode fechar a vida para as amizades, o lazer, o trabalho, a família, a vida social. É um grande erro tentar afastar a pessoa amada dos amigos ou da família.

Ao invés de amor colhe-se frustração, decepção e, certamente, ninguém gosta de ter ao seu lado uma pessoa infeliz que só implica e aponta as diferenças.

O amor é o mais perfeito e completo exercício da vida. Assim como a vida, ele não vem com o “script” pronto. É preciso acreditar, apostar na força do amor, dar liberdade e principalmente confiar no próprio taco. Se isto não estiver acontecendo é importante avaliar a sua forma de amar e tentar descobrir os motivos do seu descontrole. Que tal trabalhar as inseguranças, o ciúme e elevar a autoestima? Se não quiser perder a pessoa que ama, sugiro que busque auxílio na terapia.

 
 
06 de maio de 2016

Controle o seu temperamento, pelo menos em público

Falta de educação, narcisismo e descontrole emocional podem acabar com a imagem de qualquer um. Bom senso é fundamental.

Tudo começou quando um casal (um estrangeiro e uma linda jovem) entrou num restaurante muito elegante em São Paulo e sentou-se numa mesa que estava reservada para outras quatro pessoas. Imediatamente foram alertados pelo garçom que seria preciso mudar de mesa. Inconformada, a moça reagiu dizendo: Seu mal educado, seu grosso. Tá pensando o quê?Assustado, o funcionário chamou o mâitre que, delicadamente, explicou que eles poderiam sentar-se numa mesa mais ao fundo do restaurante, de dois lugares, tão boa quanto a primeira e ao lado de uma grande personalidade do mundo político. Acomodada na tal mesa, mas ainda inconformada com a troca, a jovem continuou a falar mal do garçom num tom de voz alto para que todos no local pudessem ouvir. Até que um cliente bateu nas costas da moça e disse: A senhora poderia falar mais baixo e parar de humilhar o garçom? Ao que prontamente elarespondeu: Cala a boca, seu b…a!. Injuriado, o cliente reagiu: Cala a boca você, sua garota de programa! Sem pestanejar a garota jogou um copo de água no homem que revidou com outro, que em seguida recebeu um copo de vinho bem no meio do rosto revidado em seguida. Vendo a cena o estrangeiro foi embora horrorizado seguido pela moça que saiu atrás xingando a todos. Em função do triste espetáculo, o restaurante, preocupado com a sua imagem, pediu desculpas e não cobrou o vinho servido a boa parte dos clientes.

Este tipo de incidente costuma acontecer em supermercados, consultórios ou salas de aula e mostra a que ponto as pessoas podem chegar quando são contrariadas nas suas vontades. Um livro lançado nos EUA, Epidemia do Narcisismo, fala sobre o quanto as pessoas estão preocupadas em atrair para si as atenções e nada atentas ao que acontece com os outros. Para quem não se lembra, Narciso é uma figura mitológica tão apaixonada por si que passava o dia olhando-se refletido num lago. Narcisismo, temperamento difícil, falta de educação e descontrole emocional infelizmente andam juntos e nos últimos tempos têm patrocinado episódios que podem incluir até cenas de violência.

Quem era a moça da história não importa, porque controle pessoal e comedimento não estão associados a uma ou outra profissão, mas a percepção do quanto nosso comportamento pode afetar as pessoas que estão a nossa volta. Quando se tem a exata medida do quanto somos capazes de fazer bem ou mal para quem está próximo a nós, em qualquer profissão ou situação, avançamos muito como pessoas e não corremos o risco de ser acometidos pela Epidemia do Narcisismo.

Procurando um novo amor?

Fuja de pessoas excessivamente narcisistas. Você nunca será suficientemente bom e interessante para ela!

 
 
23 de abril de 2015

Golden Years completa 20 anos

amor

Foi em 1995 que Marlene Heuser, até então funcionária de uma grande multinacional, resolveu transformar seu hobby de ser “cupido de amigos” em uma atividade profissional. E essa história, chamada Golden Years, deu tão certo que em maio de 2015 completa 20 anos.

Duas décadas construídas com muitas outras tantas histórias, estas de amor, paixão, felicidade, casamento, família… Uma delas é a da Carol e do Mateus. Ela, após terminar um relacionamento complicado, ouviu um anúncio sobre a agência de relacionamento em uma rádio de Curitiba.

No início tive muita resistência. Não acreditava que pudesse dar certo um relacionamento assim. Mas, após terminar um namoro, resolvi procurar a Marlene! Ainda estava receosa, e achando que não teria ninguém com o perfil que eu buscava. Fiquei encantada já com o primeiro perfil que a Marlene me mandou! 1,83m, 83 kg, loiro, olhos azuis… Um príncipe!!! Aprovei o perfil, e no dia seguinte recebi o telefonema do meu pretendente! Em dois dias, ele me pediu em namoro. Com aproximadamente 6 meses de namoro, ficamos noivos, e nos casamos logo depois. Hoje, temos dois filhos, fruto do nosso amor. Quem disse que fada madrinha não existe? Existe sim! E ela tem nome: Marlene Heuser!”

 

 
 
 
07 de outubro de 2014

Como superar a timidez

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A timidez é uma velha conhecida. Ela com certeza já apareceu em algum momento do dia a dia, seja em uma apresentação, durante uma reunião de trabalho ou em uma paquera.

O problema é quando ela se transforma em um entrave constante, e deixa de ser uma “visita passageira”.  De acordo com a Marlene Heuser, matchmaker à frente da agência de relacionamentos Golden Years, há dois tipos de timidez: a crônica e a situacional.

“Na timidez crônica a pessoa experimenta dificuldade em praticamente todas as áreas do convívio social. Ela não consegue paquerar, falar com estranhos, fazer amigos, falar em público, enfim, o prejuízo é generalizado. Já na timidez situacional a inibição se manifesta em ocasiões específicas e, portanto, o prejuízo é localizado”, conta Marlene.

Há, também, a timidez patológica, mais conhecida como fobia social. Nesses casos, a pessoa passa a evitar o convívio social ou programas como frequentar restaurantes, fazer cursos e sair para uma balada com os amigos.

Se a timidez realmente se transformar em parte da sua vida, há um problema que precisa ser solucionado.  Veja se você se enquadra em algumas situações abaixo:

– Dificuldade para aproximar-se da outra pessoa

– Sofrimento por crises de ansiedade