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23 de abril de 2015

Golden Years completa 20 anos

amor

Foi em 1995 que Marlene Heuser, até então funcionária de uma grande multinacional, resolveu transformar seu hobby de ser “cupido de amigos” em uma atividade profissional. E essa história, chamada Golden Years, deu tão certo que em maio de 2015 completa 20 anos.

Duas décadas construídas com muitas outras tantas histórias, estas de amor, paixão, felicidade, casamento, família… Uma delas é a da Carol e do Mateus. Ela, após terminar um relacionamento complicado, ouviu um anúncio sobre a agência de relacionamento em uma rádio de Curitiba.

No início tive muita resistência. Não acreditava que pudesse dar certo um relacionamento assim. Mas, após terminar um namoro, resolvi procurar a Marlene! Ainda estava receosa, e achando que não teria ninguém com o perfil que eu buscava. Fiquei encantada já com o primeiro perfil que a Marlene me mandou! 1,83m, 83 kg, loiro, olhos azuis… Um príncipe!!! Aprovei o perfil, e no dia seguinte recebi o telefonema do meu pretendente! Em dois dias, ele me pediu em namoro. Com aproximadamente 6 meses de namoro, ficamos noivos, e nos casamos logo depois. Hoje, temos dois filhos, fruto do nosso amor. Quem disse que fada madrinha não existe? Existe sim! E ela tem nome: Marlene Heuser!”

 

 
 
 
23 de outubro de 2014

Relacionamento cristão

relacionamentocristao

O relacionamento cristão destoa dos outros. Na Igreja, seja evangélica ou católica, existe o cultivo do diálogo, do respeito ao próximo e da fidelidade. Durante as cerimônias, sejam missas ou cultos, também se vê a congregação dos costumes da família.

O namoro, no relacionamento cristão, é visto como um passo para o casamento, não como algo passageiro ou uma “ficada”, tal qual um relacionamento com viés mais contemporâneo.  Os namorados procuram conhecer um ao outro antes de avançarem as etapas.

Inversão

O mundo ficou mais rápido, tecnológico e livre. Só que essa velocidade afetou o amor. O sentimento, até então retratado em poemas românticos, se transformou em algo efêmero, enlatado e “líquido” – nome que o sociólogo Zygmunt Bauman dá a fragilidade dos vínculos humanos, bem característica da modernidade. Claro que não podemos generalizar, mas essa realidade faz parte do momento em que vivemos e precisamos encará-la.