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07 de julho de 2017

A PAZ É O CAMINHO PARA UM MUNDO MELHOR

Depende de cada um de nós dar o passo inicial

Vivemos um momento em que o stress advindo da crise global, recessão, competitividade, valorização do ter em detrimento do ser,  sobrecarga de atividades cotidianas e a violência têm sido a tônica.

O corre-corre do dia-a-dia tem nos deixado à mercê da própria sorte. Tornamo-nos grandes profissionais, mas paradoxalmente não conseguimos olhar para dentro de nós mesmos para, ao menos, tentar entender melhor nossa psiquê. Faço referência aos projetos, aos sonhos, as nossas frustrações, aos nossos medos, aos nossos pensamentos mais íntimos, à nossa alma.

Impossível não refletir sobre o que é que estamos fazendo com as nossas vidas. E com os nossos filhos? Com a nossa família? Que sociedade estamos construindo? Será que somos indivíduos doentes gerando uma sociedade violenta e doente. Sim, porque diariamente a mídia nos mostra manchetes de barbáries cometidas pelo ser humano contra seus semelhantes. E o pior, muitas vezes, os algozes estão dentro da própria casa; que deveria ser um lar sagrado.  A violência do mundo não é nada mais do que a somatória da violência que existe nos corações de toda a humanidade.

Sabemos lidar muito bem com as coisas boas do cotidiano. No entanto, é difícil manter a paz de espírito diante das adversidades da vida. Não fomos preparados para lidar com as derrotas, com o fracasso e com o sofrimento. No caos perdemos a elegância e nos tornamos pessimistas, sem forças para agir, para ver uma luz no fundo do túnel e, até para tirar lições dos erros cometidos.

O ser humano tem na sua essência o instinto da destruição. Ele precisa quebrar, destruir para então refazer, recomeçar. É assim com os relacionamentos amorosos, familiares e com as suas conquistas.

Ele leva tempo para conquistar, construir, manter e, num segundo, pode por tudo a perder. E como conseqüência ter a eternidade para se arrepender.

Vivemos a era do descartável. Corremos tanto que nem nos damos conta da brevidade da existência e da importância dos nossos relacionamentos interpessoais. Há quanto tempo não se contempla um belo pôr do sol, o perfume das flores e o canto dos pássaros? E quando foi trocado o último abraço afetuoso? E um bate-papo ameno com os amigos? Só pelas redes sociais? Que pena! Olhando para as pessoas notamos muitos semblantes preocupados e tristes. Onde ficou a alegria de viver? Cadê o toque, o sorriso? Será que estamos sempre precisando de algum evento especial para escancarar um sorriso?

Sei que vivemos um período difícil onde só se fala em crise financeira. É o momento ideal para alimentar o nosso espírito com pensamentos positivos, ao invés de abrir a boca para professar palavras negativas como crise, falta de dinheiro, insegurança e medo. Esta é a hora para arregaçar as mangas e ter ações positivas fazendo uso da criatividade e estar mais próximo dos familiares. É possível sugerir aos amigos um networking mais efetivo. Por que, não? A união faz a força e crises sempre existirão.

Somos eternos aprendizes. Que tal aprimorar a inteligência emocional e descobrir o segredo para a prosperidade, a saúde e a felicidade?

Sim, porque pessoas felizes por onde passam deixam um rastro de energias positivas e de encantamento. Cabe a cada um deixar-se contagiar pelas coisas boas e não pelo lado sombrio que só serve para gerar angústia, tristeza, insegurança e medo. Más notícias geram no inconsciente coletivo uma sintonia correspondente. Para mudar o quadro é preciso quebrar esse paradigma e criar algo novo. A transformação é interna e individual.  Nós temos o poder da escolha: continuar na mesmice vivendo no padrão antigo ou reinventar a paz dentro de nós. Não basta querer, é preciso agir.

 
 
01 de novembro de 2016

LEVEI UM FORA

NAMORAMOS DURANTE CINCO ANOS. RARAMENTE NOS DESENTENDÍAMOS. NOSSA VIDA
ERA CALMA, TRANQUILA E O RELACIONAMENTO FLUÍA BEM. SEMPRE FOMOS
REFERÊNCIA DE CASAL NOTA 10. HÁ UM MÊS, SEM BRIGAS, MUITO
TRANQUILAMENTE, ELA OLHOU PARA MIM E DISSE: “VOCÊ É UM HOMEM
MARAVILHOSO, TEM UM BOM CORAÇÃO, É ENGRAÇADO E DIVERTIDO, MAS NÃO O
AMO MAIS... NÃO ME LEVE A MAL. QUERO PARAR POR AQUI. NÃO EXISTE OUTRA
PESSOA, NÃO HÁ NADA ERRADO COM VOCÊ, APENAS QUERO FICAR SOZINHA.
NESTE MOMENTO, TENHO OUTROS PLANOS. PRETENDO CURSAR UMA ESPECIALIZAÇÃO
FORA DO PAÍS, DAR UM NOVO RUMO À MINHA CARREIRA PROFISSIONAL. ENFIM,
QUERO FICAR COMIGO MESMA. NÃO ME QUEIRA MAL, PODEMOS FICAR AMIGOS”,
FINALIZOU.

CONFESSO QUE FIQUEI CHOCADO. CHOREI, ARGUMENTEI, FALEI SOBRE OS NOSSOS
PLANOS. NÃO ADIANTOU. NOSSO RELACIONAMENTO ERA SÓLIDO. ELA NÃO MUDOU
DE COMPORTAMENTO. NÃO DEU NENHUMA PISTA, NEM SINALIZOU QUE ALGO NÃO IA
BEM.  E AGORA?

Calma! O fim de um relacionamento abala qualquer um. Ainda mais quando
acontece sem ser esperado. Sem brigas. Sem grandes explicações, falta
compreensão. O mundo vem abaixo. Conclusão: quem eu quero, não me
quer mais... Levar um fora dói, sim! Mas, não é o fim do mundo.
Acredite, você vai dar a volta por cima.

Levar um fora após três meses de namoro, após alguns encontros é
diferente de uma relação de longa data. Existe a ruptura de um
vínculo emocional. São muitas as áreas da vida de ambos que por um
bom tempo se entrelaçaram, como amigos comuns e familiares. Quanto
maior o envolvimento, mais difícil a aceitação do termino,
obviamente, pela parte que não queria romper.

O primeiro passo para superar uma desilusão amorosa é cuidar de você
para poder, aos poucos, sarar as feridas. Vale chorar, pedir colo,
desabafar com alguma amiga ou amigo e até buscar ajuda terapêutica.
Importante: não esconda as suas emoções. Admita que está sofrendo,
mas não se entregue. Viva um dia de cada vez. A vida continua...

Cada um reage à sua maneira numa hora dessas. É preciso tomar
consciência de que ela foi clara: é definitivo.  Costumo dizer que
relacionamentos calmos demais são tão nocivos quanto os explosivos.
Isso significa que ela, internamente, não estava mais feliz, ou seja,
os sentimentos dela já sinalizavam que não conseguiria manter a
relação. Não a culpe por isso e, muito menos não se culpe. Não
permita que tudo isso abale a sua autoestima e nem a sua capacidade de
acreditar no ser humano e no amor.

Nesta hora, não caia na armadilha de denegrir a imagem dela. Aceite os
fatos, implorar para voltar, fazer cenas de ciúmes, ficar pensando nos
bons momentos e olhando fotos, certamente, não ajudará em nada. Guarde
no seu coração os bons momentos e aceite a decisão dela. Ao que tudo
indica parece que ela foi muito sincera com você.

Todo esse processo é demorado e doído. Mas todo fim traz consigo,
também, a perspectiva de um novo começo.

Pense nisso!
 
 
20 de setembro de 2016

CASAIS QUE DIZEM “NÓS” RESOLVEM MELHOR SEUS CONFLITOS

_O USO DA LINGUAGEM DO"NÓS" É UMA CONSEQUÊNCIA NATURAL DE UM
SENTIMENTO DE PARCERIA, DE SER DO MESMO TIME, E DA CONFIANÇA EM SER
CAPAZ DE ENFRENTAR OS PROBLEMAS JUNTOS.___

As pessoas frequentemente queixam-se dos casais que constantemente
referem-se a si mesmos como "nós" - os críticos afirmam que isso
revela convencimento, presunção e até abrir mão da individualidade.

Mas um novo estudo, realizado na Universidade de Berkeley, nos Estados
Unidos, divulgado na BBC, sugere que os cônjuges que usam "a linguagem
do nós" são mais capazes de resolver seus conflitos do que aqueles que
se mantêm no "eu e você".

MENOS ESTRESSE FISIOLÓGICO

Os pesquisadores analisaram as conversas entre 154 casais de meia-idade
e mais velhos sobre os pontos de desacordo em seus casamentos e
descobriram que aqueles que usaram pronomes como "nós", "nosso" e
"nós" se comportaram mais positivamente em relação um ao outro e
demonstram menos estresse fisiológico.

Por outro lado, os casais que enfatizam sua separação, usando pronomes
como "eu", "meu" e "você" foram considerados menos satisfeitos em seus
casamentos. Isso foi especialmente verdadeiro para os casais mais
velhos. Seu uso de pronomes que denotam separação foi mais fortemente
ligado a casamentos infelizes, de acordo com o estudo.

COMPARTILHAMENTO DA IDENTIDADE

Além disso, o estudo descobriu que os casais mais velhos se identificam
mais como "nós" do que os casais de meia-idade, sugerindo que enfrentar
obstáculos e superar desafios juntos a longo prazo, incluindo criar
suas famílias, pode dar aos casais um maior sentido de compartilhamento
da identidade.

"A individualidade é um valor profundamente enraizado na sociedade
[ocidental] mas, pelo menos na esfera do casamento, para ser parte de um
'nós' vale muito a pena ceder um pouco do 'eu'", diz Robert Levenson,
coautor do estudo publicado no último exemplar da revista _Psychology
and Aging_.

SENTIMENTO DE PARCERIA

Estudos anteriores demonstraram que o uso de "nós" ou da "linguagem da
separação" é um forte indicador da satisfação conjugal em casais
mais jovens.

Estes últimos resultados, contudo, levam essas conclusões várias
etapas à frente ao demonstrar o quão poderoso essa correlação é em
casais mais estabelecidos, relacionando-a com as emoções e com as
respostas fisiológicas que ocorrem quando os cônjuges se unem ou se
polarizam em face de divergências.

"O uso da linguagem do"nós" é uma consequência natural de um
sentimento de parceria, de ser do mesmo time, e da confiança em ser
capaz de enfrentar os problemas juntos," afirmou Seider Benjamin, outro
participante da pesquisa.

PARA REFLETIR: "EU E VOCÊ" VERSUS "NÓS": quando se trata da
satisfação conjugal, os pronomes realmente importam?

 

 
 
19 de agosto de 2016

A LENDA DO AMOR

Era uma vez o amor...
O amor morava numa casa
assoalhada de estrelas
e toda enfeitada de sóis.
Mas não havia luz na casa do amor,
porque a luz era o próprio amor.

E então o amor queria uma casa mais linda para si!
- Que estranha mania essa do amor!
E fez a terra,
e na terra fez a carne,
e na carne soprou a vida,
e na vida imprimiu
a imagem da sua semelhança.
E a chamou de ser humano.

E, dentro do peito do ser humano,
o amor construiu a sua casa,
pequenina, mas palpitante,
inquieta e insatisfeita com o próprio amor.
E o amor foi morar
no coração do ser humano
e coube todinho lá dentro,
porque o coração do ser humano foi feito para o infinito.

Uma vez, o ser humano ficou com inveja do amor.
Queria para si a casa do amor, só para si,
como se o amor pudesse viver só.
E o ser humano sentiu uma fome torturante e a comeu!...

O amor foi-se embora do coração do ser humano.
O ser humano começou a encher seu coração:
encheu-o com as riquezas da terra e ainda ficou vazio.

E o ser humano, triste, derramou suor para ganhar a comida.
Ele sempre tinha fome e continuava com o coração vazio.
E, uma vez, resolveu repartir seu coração inútil com as criaturas da
terra.
O amor soube... Vestiu-se de carne
e veio também receber o coração do ser humano.

Mas o ser humano reconheceu o amor e o pregou numa cruz.

E continuou a derramar o suor para ganhar a comida.
O amor então teve uma idéia:
vestiu-se de comida, disfarçou-se de pão e ficou quietinho.
Quando o ser humano faminto ingeriu a comida,
o amor voltou à sua casa, no coração do ser humano.

E o coração do ser humano se encheu de plenitude. ( Autor
desconhecido)

Caro leitor: Desejo que esta mensagem o encontre na paz e no bem, que é
um jeito bonito de estar na vida. Dar e receber AMOR: lembrar das
pessoas que fazem a diferença na sua vida. Um abraço, um beijo, um
aperto de mão, um telefonema, uma mensagem, enfim um simples gesto de
demonstrar o seu afeto. Ame-se! Afinal, o nosso coração é como um
espelho: recebemos aquilo que nele refletimos...
 
 
17 de junho de 2016

A MAIOR TRAGÉDIA DO AMOR É QUANDO O MEDO DE PERDER É MAIOR DO QUE A VONTADE DE GANHAR

“Estamos namorando há oito meses. Enfrento diariamente o medo de perder a pessoa amada. Meus relacionamentos não são duradouros por causa dessa minha neurose. Às vezes, prefiro terminar apenas para não sofrer. Sei que sufoco, mas não consigo me controlar. Preciso de ajuda.”

Sara, 33 anos.

A estruturação da vida afetiva começa cedo, na infância. Se tivermos uma experiência de afeto e acolhimento por parte, principalmente, dos pais, internalizamos uma visão do mundo com um lugar bom e passamos a ver os outros como pessoas que nos querem bem. Ao contrário, se nossas primeiras experiências com as pessoas são sofridas solidificamos a crença de que as pessoas, em princípio, são ruins e poderão nos fazer mal. Desconfiança é medo. Desconfiar é deixar de viver o presente para tentar controlar o futuro. Quem desconfia, sofre sempre! O parceiro deixa de ser objeto de prazer e passa a ser um possível causador de sofrimento e decepções.

É preciso ter sempre em mente que ninguém é dono de ninguém. É falsa a crença da posse no amor. As pessoas ficam juntas porque querem e não porque se pertencem. É inútil querer que o parceiro se comporte da maneira que nos interessa para anular o nosso medo de perder. No fundo, queremos que o outro mude para não nos sentirmos ameaçados.

Quando um dos parceiros acredita que não consegue mais viver sem a pessoa amada e passa a se dedicar excessivamente ao outro, algo está errado. Para preservar a união é fundamental o respeito à individualidade e não esquecer a própria identidade. Investir demais num relacionamento pode ser perigoso. Tudo o que é demais, perde a graça. O ser humano tem na sua essência a necessidade do mistério, da novidade. Ninguém suporta o patrulhamento, a cobrança e a falta de confiança. Para exigir respeito, primeiro precisa se respeitar. A relação amorosa não pode fechar a vida para as amizades, o lazer, o trabalho, a família, a vida social. É um grande erro tentar afastar a pessoa amada dos amigos ou da família.

Ao invés de amor colhe-se frustração, decepção e, certamente, ninguém gosta de ter ao seu lado uma pessoa infeliz que só implica e aponta as diferenças.

O amor é o mais perfeito e completo exercício da vida. Assim como a vida, ele não vem com o “script” pronto. É preciso acreditar, apostar na força do amor, dar liberdade e principalmente confiar no próprio taco. Se isto não estiver acontecendo é importante avaliar a sua forma de amar e tentar descobrir os motivos do seu descontrole. Que tal trabalhar as inseguranças, o ciúme e elevar a autoestima? Se não quiser perder a pessoa que ama, sugiro que busque auxílio na terapia.

 
 
06 de julho de 2015

Você tem sorte no amor?

sortenoamor

Passamos a vida encantados. E desencantados. O que ontem foi objeto do nosso amor pode hoje ter se transformado em desamor.

 

Tem gente que costuma dizer que não tem sorte no amor. Será mesmo falta de sorte? Aproximar-se sempre do mesmo perfil é um reflexo do seu padrão mental. Pare e reflita: onde tem conhecido essas pessoas? No barzinho, na boatwe, no trânsito, por apresentação, na Internet? Tem se vestido de acordo com sua idade e profissão? Como anda a sua postura e comportamento? Vive sonhando e fantasiando e acredita em soluções mágicas e em príncipes encantados? Constantemente vive se queixando e reclamando de seu par ou se acomoda em situações de infelicidade?

 

Muitas vezes, pensamos estar dando o melhor de nós para criar um relacionamento amoroso positivo, mas exageramos na dose e, sem perceber, acabamos espalhando as sementes da rejeição. É possível que você esteja agindo errado nos relacionamentos.

 

Como mudar?

 

O primeiro passo é verificar como anda a sua comunicação e que tipo de mensagem você envia para o pretendente ou para o seu par. Ainda que no amor nada seja definitivo e tudo possa ser modificado, lembre-se de se posicionar de forma clara, sincera, transparente, amigável e respeitosa.

 

Em vez de ficar reclamando dos tipos que atrai, precisa aceitar que as pessoas só fazem com a gente aquilo que permitimos. Mudar a forma de agir e pensar será importante para atrair outro perfil. Você se julga competente na vida profissional e incompetente na vida amorosa? Dê um basta, mexa-se.

 

Pode parecer utópico falar de amor numa época em que as pessoas se deixam iludir por relacionamentos fugazes e superficiais. O “ficar” da moçada parece ter contaminado as relações de outras faixas de idade. Lamentavelmente, gente grande, que poderia ter um pouco mais de discernimento, está se deixando seduzir pela quantidade, em vez de qualidade.

Veja também:  Que importância você tem dado para o amor em sua vida?

 
 
23 de abril de 2015

Golden Years completa 20 anos

amor

Foi em 1995 que Marlene Heuser, até então funcionária de uma grande multinacional, resolveu transformar seu hobby de ser “cupido de amigos” em uma atividade profissional. E essa história, chamada Golden Years, deu tão certo que em maio de 2015 completa 20 anos.

Duas décadas construídas com muitas outras tantas histórias, estas de amor, paixão, felicidade, casamento, família… Uma delas é a da Carol e do Mateus. Ela, após terminar um relacionamento complicado, ouviu um anúncio sobre a agência de relacionamento em uma rádio de Curitiba.

No início tive muita resistência. Não acreditava que pudesse dar certo um relacionamento assim. Mas, após terminar um namoro, resolvi procurar a Marlene! Ainda estava receosa, e achando que não teria ninguém com o perfil que eu buscava. Fiquei encantada já com o primeiro perfil que a Marlene me mandou! 1,83m, 83 kg, loiro, olhos azuis… Um príncipe!!! Aprovei o perfil, e no dia seguinte recebi o telefonema do meu pretendente! Em dois dias, ele me pediu em namoro. Com aproximadamente 6 meses de namoro, ficamos noivos, e nos casamos logo depois. Hoje, temos dois filhos, fruto do nosso amor. Quem disse que fada madrinha não existe? Existe sim! E ela tem nome: Marlene Heuser!”

 

 
 
 
13 de janeiro de 2015

Um amor para 2015

amor

 

E mais um ano começa, trazendo mais 365 dias para alcançarmos nossos objetos. Nesse início, é importante definirmos metas claras, visando, acima de tudo, nosso bem-estar e felicidade. E quando falamos em felicidade, implicitamente falamos de amor. Quando dividimos nossa vida com outro ser humano, somos mais felizes. E isso não é senso comum não.

De acordo com pesquisa da Universidade do Estado de Michigan (EUA), publicada na revista científica “Journal of Research in Personality”, pessoas casadas são mais felizes do que as solteiras. Os estudiosos, no entanto, foram taxativos ao afirmar que o casamento é um “investimento em longo prazo”. E, como todo grande projeto, pode ter alguns obstáculos a serem ultrapassados.

Se você não encontrou seu grande amor em 2014, este ano pode reservar boas surpresas. Basta ir à luta, munido com as “armas” certas.

Ame-se mais

Neste ano, procure “se amar” mais. Quem não gosta de si mesmo, dificilmente conseguirá despertar o amor em outra pessoa.

Positividade

Seja mais positivo. Quando surgir um pensamento negativo, afaste-o. A felicidade depende da qualidade dos seus pensamentos, disse um pensador desconhecido.

Faça-se feliz

Não espere que outra pessoa faça a sua felicidade ou conserte a sua vida. Ao colocar sua felicidade a cargo de uma pessoa, além de ficar vulnerável (já que o ser o humano é passível de falhas), você coloca um peso enorme sobre o outro.

Veja também: Você sabe amar?

Autoestima

Quando você olha no espelho, o que vê? É importante fazer uma autoanálise e perceber como anda seu amor próprio. O que falta para você se sentir mais atraente?

Foque no agora

Esqueça o passado. Não fique ansioso com o futuro. Viva o presente e agora.

Olhe para o lado

Com o corre-corre dos dias atuais, muitas vezes as pessoas nem se dão conta da infinidade de pessoas interessantes que estão à sua volta.

Um olhar mais meigo e atento ou um belo sorriso tem o poder de melhorar o astral e massagear o ego. E se o acaso lhe brindar com um momento mágico, com olhares que se cruzam, é o destino dando uma mãozinha. Faça a sua parte. Não fuja!

Saia mais

Saia mais com os amigos, vá ao shopping, ao cinema, a exposições, caminhar no parque. Quem sabe você não encontra um amigo que poderá lhe apresentar alguém interessante.

A Golden Years está aqui para lhe ajudar nesse desafio!