Category Archives: Comportamento

03 de agosto de 2015

Quem ama, lembra

lembrancasVocê já parou para pensar em quantas vezes em um dia você se lembra dos momentos que passou junto ao seu parceiro (a)? Os momentos de cumplicidade, de risadas, de carinho, de intimidade. Quantas vezes você já se pegou com um sorriso de canto de boca ao se recordar dos bons momentos que vivencia ou vivenciou ao lado de um grande amor ou paixão?

Essas lembranças, sejam do seu relacionamento atual ou de outros passados, merecem ser valorizadas. Afinal, são momentos como os descritos acima que ajudam a construir a nossa forma de lidar com nossos cônjuges. Eles são enriquecedores.  

 
 
 
27 de julho de 2015

A solidão é passageira, e pode ser bem aproveitada

solidaoVivemos a era dos ideais de consumo, egoísmo, individualismo, imediatismo e do narcisismo em alta. A preocupação de chegar aos 30 e não ter encontrado um par para se casar já não atormenta tanto as pessoas. Há quem opte por priorizar a vida profissional mais do que ao casamento. Pelo menos num determinado momento.

Em tempos de atividades cada vez mais solitárias, como internet, TV, academia, ir ao cinema ou a balada, as pessoas gastam um bom tempo com o seu bem-estar, preocupados com a qualidade de vida e com a estética.  

 
 
 
06 de julho de 2015

Que importância você tem dado para o amor em sua vida?

amornavida

Investimos anos e anos para nos tornarmos profissionais de sucesso e, ingenuamente, acreditamos que nascemos prontos para o amor. Somos seres amorosos. Nossa verdadeira essência é a do amor. Mas, muitas vezes, não damos a devida importância ao aprendizado do amor.

 

Geralmente quem só atrai amores impossíveis não está apto para viver um amor. Seja por medo de se entregar, ou por medo de vir a ter e perder. Quem investe em relacionamentos complicados diminui ainda mais a probabilidade de dar certo. É importante fazer uma séria análise das posturas e do grau de exigência antes de falar mal do parceiro.

 

Se não conseguir sozinho, peça socorro!

 

Tudo é válido quando está em jogo a felicidade. Ouça sempre o seu coração. Acredite na força do amor. Se perceber que está perdido, sem rumo e confuso em relação aos seus sentimentos, não hesite em se abrir com o próprio parceiro, um amigo mais chegado ou um conselheiro sentimental.

 

Em momentos de crise, nem sempre se consegue a lucidez necessária para buscar as respostas que se gostaria. Antes de explodir, opte pelo silêncio para não se arrepender depois. Quando a poeira baixar, chega a hora de aparar as arestas. Quem vive em desarmonia e desequilíbrio deve buscar ajuda profissional para se libertar dos seus fantasmas. O outro não é saco de pancadas. É um companheiro de jornada…

Mude sua maneira de agir

A grande transformação só acontece quando descobrimos que a força vem do nosso interior, de dentro para fora. É preciso agir, pois se ficarmos apenas nas suposições, nada mudará e os sonhos acabarão se diluindo no tédio de estar sempre achando que anda tudo igual ou tudo errado. Muitas vezes, a pessoa percebe que é preciso dar uma virada, no entanto, nem sempre consegue trazer à tona a força que precisa para recomeçar.

 

O ponto de partida deve ser a reorganização do dia-a-dia, idealizar o sucesso pessoal e priorizar um projeto de vida. Quem tem um projeto de vida constrói objetivos pessoais, materializa sonhos, enfim, concretiza ideias. Significa guiar  e conduzir a vida e não deixar apenas que as coisas aconteçam. Olhar o futuro sem esquecer de viver o presente. Lembrar sempre que o entusiasmo, o sucesso, o bem-estar e a felicidade estão, antes de tudo, na maneira como a pessoa se relaciona consigo mesma e com o mundo.

 

Quando estiver no trabalho concentre-se nas atividades profissionais e quando estiver em casa pense só no que estiver ao seu alcance de fazer, sem ficar ruminando as suas frustrações afetivas.

 

É importante ter consciência de si mesmo: conhecer seus sentimentos, entender suas reações e conhecer seu funcionamento mental consciente e inconsciente para evitar futuros erros e equívocos.

 

Existindo espaço para apostar na força do amor com o mesmo par, tenha em mente que para dar certo deverá existir equilíbrio entre dar e receber, respeito mútuo, respeito à individualidade e se o casal souber negociar as diferenças aceitando o outro como ele é. Sem críticas. Cuidado, pois a boca só fala o que o coração está cheio. Verifique sempre o conteúdo do seu coração!

Veja também: Você tem sorte no amor?

 

 
 
29 de junho de 2015

O vício em trabalho afeta seus relacionamentos

A pair of feet sitcking out from under a pile of papers.

A pair of feet sitcking out from under a pile of papers.

Nem sempre é fácil identificar quando alguém trabalha muito por necessidade ou porque é um workaholic. Nos dias de hoje, um workaholic pode ser tanto um homem como uma mulher. Você é viciado em trabalho ou convive com alguém com este perfil?

Pesquisas sobre o tema são feitas desde a década de 70. Especialistas das áreas da psicologia e psiquiatria, ainda naquela época, concluíram que o vício em trabalho é idêntico ao vício em cocaína ou álcool, onde a mola-mestra é a compulsão.

Para o workaholic o trabalho é o pano de fundo da sua vida. Ele torna-se obsessivo pelo trabalho que, muitas vezes, é motivado por sentimentos negativos. Ele gosta de competir e busca poder e status, algo bem diferente daquele que trabalha porque gosta e encara o trabalho com interesse e seriedade.
Poucos se dão conta de que a sociedade desaprova drogados e bêbados, mas aprova e até aplaude quem trabalha muito. O psicólogo Bryan Robinson certa vez definiu o vício em trabalho como o “ problema de saúde mental mais bem vestido”. E ele tem toda razão.

Para muitas pessoas, trabalhar cerca de 12 horas por dia e perder finais de semana inteiros envolvidos em algum projeto, muitas vezes, consciente ou inconscientemente, pode representar fuga de problemas íntimos ou familiares.

O workaholic canaliza a maior parte da sua energia no trabalho, sacrificando o lazer e as relações pessoais. Em geral ele racionaliza demais, esquece dos próprios sentimentos e tem um contato mínimo com as suas necessidades básicas e com os seus conflitos. Quase sempre só presta atenção em si mesmo, tornando-se egoísta e individualista.

Um estudo publicado em 1999 pela University of North Carolina at Charlotte, nos Estados Unidos, mostrou que os divórcios são duas vezes mais comuns entre aqueles casais em que um dos dois é workaholic.

 

 
 
 
15 de maio de 2015

Beijo de Judas. A terrível experiência de ser traído

traição

Só quem já recebeu um beijo desses sabe o que significa rejeição, humilhação e infelicidade. Que tal dar a volta por cima, reconquistar a confiança em si mesmo e nos outros?

Poucas pessoas desconhecem a terrível experiência de ser traído por alguém. Um colega de trabalho, um amigo, um amor. Cada um tem seu jeito peculiar de sofrer, de sangrar e de superar a crise. O traído sempre acaba perdendo a confiança nos outros e no seu próprio julgamento. A pessoa se julga culpada por não ter percebido o que se passava a sua volta, se culpa por ter sido tão cego ou tão ingênuo. A quebra da confiança e da lealdade é sempre doída. Quase sempre nos sentimos traídos por quem amamos, naqueles em quem depositamos confiança, a quem respeitamos e que estão acima de qualquer suspeita.

Mary, 47 anos, designer conta que foi perdendo, aos poucos, o encanto pelo noivo. Ele se dizia íntegro, leal, correto e fiel. Mas, não era isso que ela percebia. Todas as noites, por volta das 22 horas, ele ligava para lhe desejar uma boa noite. Enquanto ela dormia, ele ficava até altas horas na internet, certamente, teclando com outras mulheres. Ele sempre jurou de pés juntos que entrava apenas para “espiar” o que rolava nas salas de paquera. No entanto, ela sabia que ele usava a câmera e o messenger para as suas “orgias virtuais”.

Aos poucos se deu conta de que perdera o amor, a admiração, o respeito e o tesão pelo parceiro. Já não sentia mais vontade de beijá-lo e nem de fazer amor com ele. Com o tempo, já nem lamentava mais os quatro anos que passou ao lado dele, porque jura que está muito feliz. Já reencontrou a sua alma gêmea e está reconstruindo a sua vida com um grande amor do passado…

O motivo da traição varia muito. Pode ser por vingança, autoestima baixa ou simplesmente desejo sexual. O especialista Gary Neuman, autor do livro “The Truth About Cheating” (“A verdade sobre a traição”), mostrou um dado interessante. Segundo ele, 92% dos homens que traem fazem isso porque se sentem desvalorizados no casamento.

O sexo masculino é o que mais comete traição, mas o número de mulheres que procuram casos extraconjugais também vem crescendo. Segundo pesquisa divulgada em 2013 pela General Social Survey (GSS), entidade que realiza estudos sobre o comportamento dos norte-americanos, 14,7% das mulheres afirmaram ter casos fora do casamento, ante 11% em 1991.

 

Traição de amigo

Não existe traição sem perda. E é justo na elaboração da perda que passamos a conhecer o choro, ódio, arrependimento, desprezo. Um turbilhão de emoções desencontradas que passam a convergir para o desejo de vingança. Por que justo comigo? Era exatamente esta a pergunta que atormentava a cabeça de Luís Alberto.

Ele soube por meio de um amigo que Henrique tinha uma empresa de Conservação e Limpeza e que, por estar atravessando por dificuldades financeiras, buscava um sócio com um bom capital para alavancar o negócio. Achou a ideia muito interessante e anotou o número do telefone para contatá-lo.

Após o expediente saíram para um happy-hour com os amigos Clayton e Juarez. Na mesa do bar voltaram a falar sobre o assunto.

Na mesma noite, Luís Alberto precisou viajar porque seu pai sofrera um grave acidente de carro. Ficou praticamente um mês fora da cidade. Quando retomou a sua vida normal, ligou todo animado para o Henrique para falar sobre a sociedade.

Ficou pasmo ao ouvir que o seu amigo Juarez, que ouviu a história no happy-hour, tinha se antecipado e fechado o negócio com ele.

Muitas vezes, é possível até consertar a situação. Mas nunca mais será e mesma coisa, pois existiu a ruptura do vínculo. É como querer colar um cristal trincado. O melhor a fazer é enfrentar o outro cara a cara. Abrir o jogo. Repensar valores, os motivos que levaram o traidor a tal atitude. Rever julgamentos. Afinal, ninguém é perfeito e traição existe desde quando Judas traiu Jesus Cristo. Faz parte da vida.

 

Traição na era das redes sociais

É difícil encontrar alguém nos dias de hoje que não esteja no Facebook ou em outras redes sociais. O espaço virtual faz parte de nosso dia a dia. Portanto, virou palco para relacionamentos humanos. De acordo com pesquisa da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), divulgada em 2013, uma em cada dez pessoas admite já ter traído pela rede.

Mas traição, nesse caso, também varia, segundo os entrevistados do estudo. Pode ser desde um bate papo picante, cheio de segundas intenções, e até combinar encontros com amantes ou paqueras. “O Facebook é um potencializador não só de traições, mas de pessoas que querem descobrir traições, investigar. Não é que melhore ou piore as relações, mas amplia e facilita os contatos imediatos e quando a pessoa está buscando algo e encontra disponível, é mais fácil que se concretize”, disse o autor do estudo e doutor em psicologia, Gabriel Artur Marra e Rosa, ao jornal Zero Hora.

 

Reflexão

Costumamos dizer que a pior sequela que a traição traz é a falta de confiança nos outros. Mas, na verdade, a pior de todas é a falta de confiança em nós mesmos. Estamos sempre reclamando dos defeitos dos outros. Esquecemos de olhar para os próprios defeitos. Será que somos “santos” quando traímos a nós mesmos em pensamento ou ação? Se mudássemos um pouco, será que as coisas não teriam outro rumo? Será que as pessoas que amamos não se portariam de outro jeito? Será que teriam motivos para nos magoar?

Que tal fazer um balanço? Você pode descobrir que talvez o melhor a fazer é investir no novo e deixar o que não serve mais para ser enterrado. Deixar que o tempo cure as feridas. Todos nós precisamos de trocas para o crescimento pessoal e profissional. Transformar decepções em crescimento pessoal. É hora de desapegar-se do que não está fazendo bem. De lidar melhor com os afetos. Muitas vezes, é hora de recomeçar, acreditar em si mesmo e ter coragem para mudar. Mudança de dentro para fora. Após um período difícil, vem o prazer da descoberta do novo…

O novo amigo, o novo amor, o novo ambiente, a nova alegria e a esperança da reconstrução. Sem medo de perder. Com medo de perder, não se arrisca. Com medo de morrer, não se vive. Mudança é vida. Mexa-se! Viva e busque ser feliz, sempre!

 

 
 
17 de abril de 2015

Dia da amizade

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O Dia do Amigo, comemorado neste sábado (18), é uma data proposta para celebrar a amizade entre as pessoas.

“Maria começou a namorar e esqueceu-se das amigas”. Você com certeza já ouviu ou já passou por essa situação. Muitos casais, quando iniciam um relacionamento, entram em uma bolha, tão pequena que não tem espaço para mais ninguém. No início, até que os amigos mais próximos tem lugar, mas logo em seguida acabam se afastando.

O problema é que essa bolha não é saudável. Pode até amadurecer a relação entre o casal, gerar autoconhecimento e dar mais “segurança emocional” no início, mas isso só ocorre internamente e por pouco tempo. O exterior, onde estão os amigos, se deteriora, fica vazio. E se o relacionamento termina, como é comum acontecer em algum momento, os que saem dele são recebidos por um mundo vazio, sem estrutura e sem amigos, porque muitas vezes eles estão feridos por terem sido deixados lado.

 

 
 
 
02 de abril de 2015

O desafio de recomeçar

recomeço

 

‘Não importa onde você parou… em que momento da vida você cansou… o que importa é que sempre é possível e necessário “recomeçar”…’ Carlos Drummond Andrade

Sacudir a poeira e dar a volta por cima. É o que os amigos nos dizem quando saímos de um longo relacionamento. Passado o período do sofrimento, chega o momento da reconstrução de si mesmo. Hora de se amar, de se curtir, de começar novos desafios. Ressurgir das cinzas tal qual uma fênix, a ave mitológica que colocava fogo no próprio ninho para ressurgir rejuvenescida de suas cinzas.

Parece fácil. Ah! Que bom se fosse. Sair daquele momento de tristeza, onde nem nós mesmos nos aturamos, nos sentimos um lixo, mal humorados, de mal com vida, e passar para um estado latente de euforia como se nada tivesse acontecido, só com muita força de vontade para recomeçar. Mas é possível.

O primeiro passo é voltar a se amar. Quando apaixonados nos jogamos de corpo e alma e, muitas vezes, nos esquecemos das nossas próprias necessidades. Esquecemos que o relacionamento mais duradouro que temos é o relacionamento com nós mesmos. Todos os outros vêm e vão. Só o relacionamento com nós mesmos é eterno porque até mesmo os casamentos que duram “até que a morte nos separe” acabam um dia. Quando começamos o relacionamento esperamos que seja para sempre, mas parece que nos dias atuais só encontramos relacionamentos que duram “até que a primeira crise nos separe”.

 

 
 
 
27 de março de 2015

O amor, segundo a ciência

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Você com certeza já ouviu a expressão “ah, não rolou química com aquela pessoa”. A frase, apesar de ter se transformado em clichê, e ser vista, muitas vezes, como desculpa para não ficar com alguém, é a mais pura verdade, segundo diversos estudos científicos feitos nos últimos anos. Existe, sim, a tal da química do amor, e ela começa com a paixão, que também é um processo químico. Veja como funciona.

A paixão, segundo pesquisadores suíços, geralmente nasce entre pessoas com características genéticas diferentes. Isso ocorre porque queremos que nossos filhos tenham um sistema imunológico forte, capaz de protegê-los de doenças e ameaças. Mas ninguém sai por aí fazendo perguntas sobre o DNA do outro, ok? Tudo ocorre de forma inconsciente.

Quando ocorre a paixão, o cérebro também se enche dopamina e norepinefrina, dois hormônios que causam aquelas sensações que você com certeza já sentiu um dia ou viu em filmes: frio na barriga, ansiedade, medo, felicidade quando recebe uma mensagem do outro e por aí vai.

 

 
 
 
20 de março de 2015

Páscoa: momento de reflexão

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A Páscoa está chegando. Muito mais do que ovos de chocolate, a data é um momento de reflexão sobre a vida. Jesus Cristo passou por dor, sofrimento, morte e renascimento. E também passamos por isso durante toda nossa existência. A sabedoria consiste em ultrapassar cada obstáculo sem perder a essência.

Lute para vencer toda a sorte de sofrimento. Invista na fraternidade, na solidariedade e na busca por um mundo melhor. Acredite que dá para ajudar mais gente a ser gente de verdade. A Páscoa é uma nova chance para melhorar o que não gostamos em nós. Para sermos mais felizes por nos conhecermos um pouco mais. É vermos que hoje somos melhores do que ontem.

É tempo, também, de viver em constante libertação. E viver em libertação é entender que a vida é transitória. “Tudo é transitório, nossas manias, nossos pensamentos, nossos amores, nossos pontos de vista. Sabemos quem somos e o que sentimos, mas não sabemos até quando. Estamos em trânsito, e a definição só virá quando não estivermos mais aqui para entendê-la”, colocou bem a escritora Martha Medeiros.

Força no amor

Este é um momento especial para acreditarmos verdadeiramente na força do amor. Sentimento este que é feito de uma fantástica energia que flui em nós quando sinceramente desejamos o bem da pessoa amada, e desejamos despertar nesta pessoa a mesma sensação de plenitude de vida que estamos sentindo. O amor é feito daquela mágica que a pessoa amada tem de nos fazer sentir especiais, únicos, insubstituíveis.

É hora de golpear o gelo do nosso coração. Acreditar na capacidade de se entregar, de se doar, de amar e de exercitar o perdão. Trabalhar crenças negativas e, principalmente, não permitir que ninguém, e muito menos a voz interior diga: “você não é capaz…”.

“Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança”, disse Albert Einstein.

A Páscoa em cada religião

Católica

Uma das datas mais importantes do calendário católico, na Páscoa os católicos celebram a paixão, a morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Evangélico

Para os evangélicos, a Páscoa celebra a paixão, a morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Judeus

Para os judeus, a Páscoa começou há mais de três mil anos, época em que eles eram escravos do Egito e foram libertados.

Veja também: Viver é um desafio. Cncare de frente!

 
 
04 de março de 2015

O mito do par perfeito e as aparências

mito-do-par-perfeitoCada um tem, desde muito cedo, uma ideia e um ideal do amor. À medida que vamos evoluindo, modificamos nossa ideia, mas jamais nosso ideal. O nosso inconsciente manda para o consciente uma “sugestão” próxima da imagem física que idealizamos por meio de nossos sonhos e fantasias.

A aparência física ocupa um papel muito importante, principalmente para os homens, que são mais visuais do que a mulher. Por isso, muitas vezes deixamos de nos aproximar de pessoas maravilhosas, simplesmente porque a cor dos olhos, dos cabelos, a cintura, os seios, enfim, a plástica não está em conformidade com o nosso ideal.