Category Archives: Comportamento

11 de agosto de 2017

As suas decisões são tomadas por conta própria?

Em quase tudo que fazemos, aprendemos a dar valor às opiniões de pessoas que respeitamos. A decisão final é quase sempre tomada depois de consultar múltiplas fontes. Por esta razão, quando estamos diante de um dilema, sobretudo sobre questões de relacionamentos, buscamos uma segunda opinião.

Muitas vezes, tomamos decisões precipitadas porque nos guiamos pelo que os outros dizem. Entre as muitas pressões que sofremos estão as de familiares e amigos que, com a melhor das intenções, perguntam: ”Afinal, este casamento sai ou não sai?” ou “Quando pretendem ter filhos?” Este tipo de pressão ocorre também em outras áreas da nossa vida. Na escolha de um curso, de uma profissão, compra de um imóvel.

Quando pessoas que nos são importantes dão sua opinião corremos o risco de tomar decisões que não dependem do nosso desejo ou de nossas possibilidades.

É preciso tomar muito cuidado com a opinião dos outros.  Nas questões amorosas este cuidado deve ser redobrado. Afinal, ninguém conhece o que se passa no nosso íntimo e nem consegue avaliar com profundidade a relação com o outro. Na maioria das vezes o ouvinte está conhecendo um lado da história. E o outro lado? Cada um tem a sua verdade.  O ideal é opinar quando se ouve os dois envolvidos. As pessoas próximas costumam dar conselhos e opiniões refletidos em suas vivências, e não nas nossas. É importante, sim, dividir as dificuldades do relacionamento com alguém em quem confia, até porque nos redemoinhos da paixão pode não haver espaço para a racionalidade. E um ato intempestivo pode levar ao arrependimento. O amor tem suas flutuações, melhor não desistir antes da hora. A decisão final deve ser tomada por conta própria.

 
 
07 de julho de 2017

Por que os homens procuram uma agência de relacionamento?

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Por que os homens procuram uma agência de relacionamento? A Golden Years, especializada em aproximação de pessoas, responde a essa pergunta, feita constantemente pelas mulheres. Tal resposta é baseada em uma experiência conquistada durante 20 anos de atendimento e nos depoimentos dos próprios clientes ao longo desse período.

Falta de tempo: Um dos principais motivos é a carga excessiva de trabalho. Muitos homens passam horas do dia no escritório. Quando chega sábado e domingo, eles só querem relaxar. O tempo para procurar uma parceria, portanto, se torna escasso. “Isso pesa no final do dia, quando percebem que estão cansados,sozinhos, sem uma companheira”, diz a matchmaker Marlene Heuser.  

 
 
 
06 de maio de 2016

Controle o seu temperamento, pelo menos em público

Falta de educação, narcisismo e descontrole emocional podem acabar com a imagem de qualquer um. Bom senso é fundamental.

Tudo começou quando um casal (um estrangeiro e uma linda jovem) entrou num restaurante muito elegante em São Paulo e sentou-se numa mesa que estava reservada para outras quatro pessoas. Imediatamente foram alertados pelo garçom que seria preciso mudar de mesa. Inconformada, a moça reagiu dizendo: Seu mal educado, seu grosso. Tá pensando o quê?Assustado, o funcionário chamou o mâitre que, delicadamente, explicou que eles poderiam sentar-se numa mesa mais ao fundo do restaurante, de dois lugares, tão boa quanto a primeira e ao lado de uma grande personalidade do mundo político. Acomodada na tal mesa, mas ainda inconformada com a troca, a jovem continuou a falar mal do garçom num tom de voz alto para que todos no local pudessem ouvir. Até que um cliente bateu nas costas da moça e disse: A senhora poderia falar mais baixo e parar de humilhar o garçom? Ao que prontamente elarespondeu: Cala a boca, seu b…a!. Injuriado, o cliente reagiu: Cala a boca você, sua garota de programa! Sem pestanejar a garota jogou um copo de água no homem que revidou com outro, que em seguida recebeu um copo de vinho bem no meio do rosto revidado em seguida. Vendo a cena o estrangeiro foi embora horrorizado seguido pela moça que saiu atrás xingando a todos. Em função do triste espetáculo, o restaurante, preocupado com a sua imagem, pediu desculpas e não cobrou o vinho servido a boa parte dos clientes.

Este tipo de incidente costuma acontecer em supermercados, consultórios ou salas de aula e mostra a que ponto as pessoas podem chegar quando são contrariadas nas suas vontades. Um livro lançado nos EUA, Epidemia do Narcisismo, fala sobre o quanto as pessoas estão preocupadas em atrair para si as atenções e nada atentas ao que acontece com os outros. Para quem não se lembra, Narciso é uma figura mitológica tão apaixonada por si que passava o dia olhando-se refletido num lago. Narcisismo, temperamento difícil, falta de educação e descontrole emocional infelizmente andam juntos e nos últimos tempos têm patrocinado episódios que podem incluir até cenas de violência.

Quem era a moça da história não importa, porque controle pessoal e comedimento não estão associados a uma ou outra profissão, mas a percepção do quanto nosso comportamento pode afetar as pessoas que estão a nossa volta. Quando se tem a exata medida do quanto somos capazes de fazer bem ou mal para quem está próximo a nós, em qualquer profissão ou situação, avançamos muito como pessoas e não corremos o risco de ser acometidos pela Epidemia do Narcisismo.

Procurando um novo amor?

Fuja de pessoas excessivamente narcisistas. Você nunca será suficientemente bom e interessante para ela!

 
 
22 de abril de 2016

A árvore dos problemas

Certo fazendeiro resolve contratar um carpinteiro para uma série de reparos
em sua propriedade. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu de
seu carro furou, fazendo com que ele deixasse de ganhar uma hora de
trabalho. Sua serra elétrica quebrou, e aí ele cortou o dedo. Como se não
bastasse, no final do dia, seu carro não funcionou. Assim, o fazendeiro
resolve oferecer carona para casa.

Percorrida a viagem, o carpinteiro convidou-o a entrar e conhecer sua
família. Quando os dois se dirigiam à porta da casa, o carpinteiro parou
junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as
duas mãos. Ao abrir a porta de casa, o carpinteiro já parecia outro: os
traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso. Ele
abraçou os filhos e beijou a esposa. Após uma alegre refeição, o fazendeiro
agradeceu e despediu-se de todos.

O carpinteiro acompanhou seu convidado até o carro. Assim que passaram pela
árvore, o fazendeiro questionou seu anfitrião sobre o motivo pelo qual ele
tocara na planta antes de entrar em casa. – Ah! Esta é a minha planta dos
problemas. Eu sei que não posso evitar todos os problemas no meu trabalho,
mas eles não devem chegar até os meus filhos e minha esposa.

Então, toda noite, eu deixo meus problemas nesta árvore quando chego em
casa, e só os pego de volta no dia seguinte. E o senhor quer saber de uma
coisa? Toda manhã, quando volto para buscar meus problemas, eles não são nem
metade daquilo que eu lembro ter deixado na noite anterior.

 
 
15 de abril de 2016

Harmonizando emoções

A busca pelo status, pela felicidade e pela sobrevivência tornou-se uma
obsessão no contexto social em que vivemos. Deitamos e acordamos com os
olhos voltados para a realidade do mundo globalizado: moeda em alta, bolsas
em baixa, desemprego e falta de dinheiro para honrar com os compromissos.

Diante destes inimigos cada um reage de forma diferente. Quem apostou no
conhecimento está mais capacitado para identificar novas oportunidades. Tem
gente que se sente impelida a atingir um clima de permanente alto-astral,
nem que para isso tenha de violentar-se. No entanto, este perfil, não raro,
apresenta ansiedade, crises de depressão, melancolia, síndrome do pânico ou
alguma fobia social.

Estes problemas afetam diretamente os relacionamentos. O cônjuge nem sempre
sabe como reagir diante da instabilidade emocional do parceiro, que diante
de situações desconhecidas, não raramente, perde a noção de limites. A falta
de diálogo e de preparo para conviver e reagir diante das adversidades pode
levar a ruptura do relacionamento. Quem vive conflitos psicológicos dentro
de si tem dificuldades nas relações humanas e sociais. Ninguém se prepara
para lidar com contradições e com os conflitos que fazem parte da vida.

É importante evitar a desarmonia, mas, quando ela é inevitável, o melhor a
fazer é aprender com ela. É inegável que as pessoas nos dias atuais estão
mais tristes. Os lares, hoje, mais parecem moradias de pessoas do mesmo
nome. Falta calor humano, afeto e amor. É que na busca desenfreada de
redecorar casas e escritórios, esquecemos de fazer a decoração interna, o
rearranjo de nós mesmos.

As dificuldades naturais que a vida coloca diante de nós geram insegurança e
um medo, muitas vezes, paralisante. Todos nós passamos por momentos em que
parece nos faltar o chão. Não conseguimos vislumbrar uma saída para um
problema de difícil solução. Estamos energeticamente tão desequilibrados que
nada dá certo.

O carro fica na rua sem combustível. O celular cai e quebra. A meia de nylon
fura bem na hora da reunião. A empregada não aparece para cuidar das
crianças. A explosão parece iminente. E nestas horas costumamos lavar a alma
e despejar nossas desventuras em quem está mais próximo.

Colocamos as pessoas a quem mais amamos na posição de inimigos que
desempenham um importante papel em nossas vidas, pois nos ajudam a ter mais
consciência dos nossos próprios defeitos, fazendo-nos amadurecer e adquirir
maior força interior. Que tal, substituir as pessoas queridas por uma
“árvore dos problemas”, assim como fez o sábio carpinteiro? Não descarregue
seus problemas e frustrações nas pessoas, principalmente naquelas que você
tanto ama.

 
 
12 de abril de 2016

Você sabe o que quer da vida?

vidaCaro leitor, você sabe aonde quer chegar?

Pare e reflita sobre os seus planos traçados há dez anos. A balança está equilibrada? Lembrou de colocar ali a qualidade de vida em termos familiares, atitudes positivas, viagens, saúde, paz de espírito e outros itens, impossíveis de contabilizar em números?

Lembra daquele amigo da faculdade, sempre entusiasmado e com vários projetos interessantes e metas bem definidas? Tem notícias dele?  

 
 
 
01 de abril de 2016

O lado bom da vida

de-bem-com-a-vidaQuando não se pode modificar o destino, pode-se tomar uma atitude positiva diante dele.

Toda ação resulta de uma atitude. Nossas escolhas interiores são sempre fruto das circunstâncias. Quando não podemos mudar as coisas, podemos mudar nossas atitudes para com elas.

Todas as nossas atitudes interiores, positivas ou negativas, que determinam o tipo do nosso comportamento, são aprendidas na infância com o exemplo das atitudes e comportamentos dos adultos – nossos pais, familiares, professores, ao enfrentarem as dificuldades e perigos.  

 
 
 
11 de janeiro de 2016

Você é romântico?

romaticoO romantismo é um dos pilares de sustentação do relacionamento que há muito tempo vem sendo negligenciado. A falta de romantismo é uma reclamação comum, especialmente das mulheres, que desgasta a relação e faz com que um acabe perdendo o desejo pelo outro.

É muito comum as pessoas inventarem mil maneiras de agradar o outro na hora da conquista e no início do namoro. Com o passar do tempo e com o desgaste natural do dia-a-dia as pessoas costumam descuidar da relação.

Cada um tem seu jeito de ser e não adianta querer ficar tentando mudar o outro. No entanto, o que pode ser feito para manter o outro sintonizado é tomar a iniciativa de propiciar momentos especiais. Muitas vezes, não percebemos que nossas atitudes não favorecem o romantismo. Um dia-a-dia recheado de cobranças, queixas e agressões jamais dará espaço para uma cena romântica.

Pessoas mal resolvidas e que não conseguem ter questões importantes como o respeito à individualidade inseridas no relacionamento, acabam se frustrando e se anulando por deixarem de fazer muitas coisas que gostariam em nome do outro. Desta forma surgem as frustrações, a rotina e a infelicidade. A falta de romantismo sem dúvida desgasta e satura o relacionamento.

Geralmente quando as coisas começam a ir de mal a pior, ou quando a relação já terminou, é que ficamos nos questionando se não faltou força de vontade para investir mais em coisas relativamente simples. Dizer “eu te amo” com o coração e não pelas cobranças. Há quanto tempo deixou de escrever bilhetinhos românticos e espalhar pelos lugares mais inusitados? Quando foi que elogiou seu par pela última vez? E aquele café da manhã especial onda anda? Abraços e beijos inesperados, o que é isso? Horas a fio em frente à TV e nem percebeu que ela mudou o visual? Sair sempre sozinho tem sido mais interessante? Tem trocado o diálogo por uma conversinha superficial?

A frieza entre o casal é um dos motivos que levam à separação. Antes que isso aconteça é preciso investir e realinhar o relacionamento prestando atenção nas necessidades do outro. Trocar idéias, sonhos, ter tempo para o outro, melhorar a autoestima e o visual, e investir numa receitinha particular para fazer a relação ir de vento em popa. Sem hora marcada, sem uma data especial.

Experimente!

 
 
04 de janeiro de 2016

Viver é um desafio constante!

viver

“Um dia, um homem observou uma borboleta por várias horas, em uma pequena abertura, num casulo (invólucro construído pela lagarta). Ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

Parecia que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Tiinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir adiante.

Então o homem, em sua humilde intenção, decidiu ajudar a borboleta. Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e fraco. Era pequena e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observá-la porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para poder suportar o corpo e voar. Mas, nada aconteceu!

Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.

Aquele homem tão gentil e com tanta vontade de ajudar não compreendia o que acontecera. O casulo apertado e o esforço necessário para passar através da pequena abertura, fariam com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas. Assim, ela estaria livre do casulo. Pronta para voar”.

Podemos observar nessa história que ela se aplica a todos nós. Sem esforço e determinação não é possível atingir os nossos objetivos. Estaremos sempre na dependência de terceiros para chegar a algum lugar. Posso citar um exemplo bem típico desta época: os pais passam o ano inteiro pedindo ao filho que estude. Às vésperas do vestibular enquanto os amigos “devoram” os livros, ele vai com os amigos para a balada. Quando ele não consegue ver seu nome na lista dos aprovados, se dá conta de que faltou garra.

Os pais não devem se desesperar e nem se culpar. Muitas vezes, o jovem ainda é imaturo e necessita de alguns tombos para aprender. Por outro lado, os pais não devem dar e nem fazer demais pelos filhos. Devem sim, zelar, ficar atentos. Algumas lições a vida lhes ensinará. É nos momentos de escolhas que a transformação pode acontecer. As mudanças podem começar no caos para chegar ao equilíbrio. A grande transformação é interna, vem de dentro para fora. Não adianta falar, falar, falar…

A vida é simples, o ser humano é que gosta de complicar tudo. Seria tão sensato decidir através de uma visão lógica, mas a vida prega surpresas em cada esquina. Não existem fórmulas mágicas.

É preciso ter coragem, acreditar em seus sonhos, sentir a plenitude da vida. Cada um deve ter nas mãos as rédeas do próprio destino. Quem tem medo de ousar e espera que alguém pegue a tesoura e corte o restante do seu casulo, certamente, não sairá do lugar. As mudanças positivas fazem crescer, aproveitar melhor os momentos, perceber os insights.

É conhecendo-se que dá para identificar o que realmente se quer da vida, quais as potencialidades, os pontos fracos e qual o caminho a seguir para crescer, transformar-se num ser melhor promovendo uma grande virada. Sem medo de ser feliz!

A transformação é uma porta que só se abre por dentro…
Você concorda com esse provérbio?

 
 
28 de dezembro de 2015

Momento de pensar na família

familia

O final do ano está chegando. Além de celebrar a virada, o momento também é de reflexão. Como foi 2015? Onde acertei, onde errei? O que posso melhorar no ano que vem? E um dos temas que merecem atenção é a família. Você já parou para pensar como ela anda? Por causa da correria do dia a dia, repleto de obrigações, nos esquecemos de que a felicidade está no amor e no carinho do ambiente familiar, não nos negócios e nos bens conquistados.

“Quando foi que você sentou com um filho para bater um papo ou saiu com o seu cônjuge para namorar? Há quanto tempo você não diz para um membro da sua família ‘eu te amo?’ ou ‘eu gosto de você’?”, pergunta a matchmaker Marlene Heuser. A instituição família está passando por uma crise. E isso tem maior reflexo entre os jovens. Muitos estão desorientados, sem a noção do certo e do errado.

Com a chegada do natal, é a hora de refletir sua atuação como pai ou mãe. A escritora Lya Luft, em uma de suas colunas para a revista Veja, citou uma frase, dita por um psicólogo, que reflete bem o momento atual. “A maior parte dos jovens perturbados que atendo não tem em casa pai e mãe, tem um gatão e uma gatinha”. São mães que, em vez de ficar com os filhos, preferem ir ao cabelereiro ou à academia. E pais que vivem atrás dinheiro, colocando os ganhos financeiros (status) acima de todas as outras facetas da vida.

A família, no entanto, precisa de atenção especial. Os filhos precisam ser ouvidos e educados. Não adianta passar esse papel para a escola. A função dela é trabalhar conhecimentos, não atuar como uma família substituta. “É na família que os filhos aprenderão os valores e os comportamentos necessários para a vida em sociedade: a solidariedade, a confiança, a generosidade, o respeito, a respeitar as diferenças de gostos, de temperamento, de desejos e de necessidades”, relata Marlene.

Casal

Nesse momento, também é importante refletir sobre a relação entre o casal. A conversa é importante. O diálogo é essencial para uma convivência saudável e prazerosa. Falem sobre vitórias e alegrias, derrotas e tristezas, experiências do dia-a-dia, fé, vida profissional e sobre o que se passa na nossa sociedade. Essa troca deve ser transformada num momento mágico de paz, alegria, de palavras e mensagens positivas onde o objetivo comum é o afeto e a ajuda mútua.

Reflita sobre a sua família.