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29 de junho de 2015

O vício em trabalho afeta seus relacionamentos

A pair of feet sitcking out from under a pile of papers.

A pair of feet sitcking out from under a pile of papers.

Nem sempre é fácil identificar quando alguém trabalha muito por necessidade ou porque é um workaholic. Nos dias de hoje, um workaholic pode ser tanto um homem como uma mulher. Você é viciado em trabalho ou convive com alguém com este perfil?

Pesquisas sobre o tema são feitas desde a década de 70. Especialistas das áreas da psicologia e psiquiatria, ainda naquela época, concluíram que o vício em trabalho é idêntico ao vício em cocaína ou álcool, onde a mola-mestra é a compulsão.

Para o workaholic o trabalho é o pano de fundo da sua vida. Ele torna-se obsessivo pelo trabalho que, muitas vezes, é motivado por sentimentos negativos. Ele gosta de competir e busca poder e status, algo bem diferente daquele que trabalha porque gosta e encara o trabalho com interesse e seriedade.
Poucos se dão conta de que a sociedade desaprova drogados e bêbados, mas aprova e até aplaude quem trabalha muito. O psicólogo Bryan Robinson certa vez definiu o vício em trabalho como o “ problema de saúde mental mais bem vestido”. E ele tem toda razão.

Para muitas pessoas, trabalhar cerca de 12 horas por dia e perder finais de semana inteiros envolvidos em algum projeto, muitas vezes, consciente ou inconscientemente, pode representar fuga de problemas íntimos ou familiares.

O workaholic canaliza a maior parte da sua energia no trabalho, sacrificando o lazer e as relações pessoais. Em geral ele racionaliza demais, esquece dos próprios sentimentos e tem um contato mínimo com as suas necessidades básicas e com os seus conflitos. Quase sempre só presta atenção em si mesmo, tornando-se egoísta e individualista.

Um estudo publicado em 1999 pela University of North Carolina at Charlotte, nos Estados Unidos, mostrou que os divórcios são duas vezes mais comuns entre aqueles casais em que um dos dois é workaholic.

 

 
 
 
22 de junho de 2015

Por que um homem fica com uma mulher e depois a deseja como amiga?

homemsedutor

Uma leitora enviou a seguinte pergunta, que com certeza gera dúvidas em muitas mulheres: ‘’Por que que os homens, na hora da conquista, mostram-se super interessados, carinhosos e dedicados… chegam a ir à ‘’luta’’ até que as mulheres cedam aos seus caprichos, mas, depois que conseguem ficar com ela, começam a tratá-la apenas como uma simples amiguinha?…’’
Para a matchmaker Marlene Heuser, que já atendeu centenas de homens, esse comportamento é típico do conquistador. ‘’Ele banca o romântico, paparica, manda flores e depois desaparece. Ele parece que adivinha do que uma mulher gosta. Faz o possível e o impossível para conquistá-la: palavras doces, gentilezas e atenção. Faz você acreditar que não existe ninguém mais importante para ele na face da terra’’, conta.

O conquistador leva a mulher a acreditar que está diante de um homem sedutor, romântico e sensível. Atrás da fachada, no entanto, se esconde o velho instinto caçador do macho, que é capaz de investir meses para conquistar o objeto do seu desejo. Investe em restaurantes e casas noturnas badaladas, e-mails ou mensagens no whatsapp carinhosas, muitos telefonemas, posts românticos no Facebook e até presentes.

Ele é tão encantador que parece bom demais para ser verdade. Parece vindo de um conto de fadas. Só que quando consegue o que quer, perde o interesse e some definitivamente ou simplesmente dá um tempo.

Geralmente esse perfil não suporta levar um “não” e acaba vencendo pela insistência. Foge de quem tenta controlar a sua vida e qualifica como chata quem liga o dia todo para saber onde ou com quem está. E na companhia da iludida costuma desligar o celular.

Eles dizem não sentir remorso e alegam que a maioria das mulheres se deixa levar muito facilmente por conta da carência afetiva. Este legítimo Don Juan retira satisfação e prazer do processo da conquista e não do objeto dela. Ele ama só conquistar. Nada de compromisso sério.

Por trás deste homem insensível e inabalável, não raro se esconde um ser infeliz, pois percebe que acaba repetindo o ritual indefinidamente e não consegue manter um relacionamento estável e duradouro e, muitas vezes, acaba sozinho pela sua incapacidade de amar. Então, volta novamente para “ficar” com aquela que lhe dá abertura para ir e vir quando assim o desejar. Depois é só abrir a agenda telefônica e escolher outra “amiga”… até o dia em que bater de frente com uma mulher inteligente capaz de fisgá-lo definitivamente.

 

É preciso fugir desse tipo de homem. E lembre-se: as pessoas só fazem conosco aquilo que permitimos. Não se deixe levar pelos tipos dominadores.

Veja também: Por um mundo com mais amor maduro