Monthly Archives: abril 2015

23 de abril de 2015

Golden Years completa 20 anos

amor

Foi em 1995 que Marlene Heuser, até então funcionária de uma grande multinacional, resolveu transformar seu hobby de ser “cupido de amigos” em uma atividade profissional. E essa história, chamada Golden Years, deu tão certo que em maio de 2015 completa 20 anos.

Duas décadas construídas com muitas outras tantas histórias, estas de amor, paixão, felicidade, casamento, família… Uma delas é a da Carol e do Mateus. Ela, após terminar um relacionamento complicado, ouviu um anúncio sobre a agência de relacionamento em uma rádio de Curitiba.

No início tive muita resistência. Não acreditava que pudesse dar certo um relacionamento assim. Mas, após terminar um namoro, resolvi procurar a Marlene! Ainda estava receosa, e achando que não teria ninguém com o perfil que eu buscava. Fiquei encantada já com o primeiro perfil que a Marlene me mandou! 1,83m, 83 kg, loiro, olhos azuis… Um príncipe!!! Aprovei o perfil, e no dia seguinte recebi o telefonema do meu pretendente! Em dois dias, ele me pediu em namoro. Com aproximadamente 6 meses de namoro, ficamos noivos, e nos casamos logo depois. Hoje, temos dois filhos, fruto do nosso amor. Quem disse que fada madrinha não existe? Existe sim! E ela tem nome: Marlene Heuser!”

 

 
 
 
17 de abril de 2015

Dia da amizade

diadaamizade

O Dia do Amigo, comemorado neste sábado (18), é uma data proposta para celebrar a amizade entre as pessoas.

“Maria começou a namorar e esqueceu-se das amigas”. Você com certeza já ouviu ou já passou por essa situação. Muitos casais, quando iniciam um relacionamento, entram em uma bolha, tão pequena que não tem espaço para mais ninguém. No início, até que os amigos mais próximos tem lugar, mas logo em seguida acabam se afastando.

O problema é que essa bolha não é saudável. Pode até amadurecer a relação entre o casal, gerar autoconhecimento e dar mais “segurança emocional” no início, mas isso só ocorre internamente e por pouco tempo. O exterior, onde estão os amigos, se deteriora, fica vazio. E se o relacionamento termina, como é comum acontecer em algum momento, os que saem dele são recebidos por um mundo vazio, sem estrutura e sem amigos, porque muitas vezes eles estão feridos por terem sido deixados lado.

 

 
 
 
10 de abril de 2015

Você sabe fazer e receber críticas?

criticanorelacionamento

Uma das características fundamentais do ser humano é a sua imperfeição e, portanto, a sua transitoriedade. Temos o livre arbítrio para escolher: estagnar ou crescer. As mudanças que permitem o nosso aperfeiçoamento decorrem de alguns pressupostos. Inicialmente a consciência dos aspectos que barram a nossa felicidade. Depois o desejo verdadeiro de querer mudar. Finalmente, as ações necessárias para a transformação.

A ignorância ou a não aceitação desses princípios é que leva uma pessoa a querer mudar a outra, através da crítica e do julgamento. A crítica pode ser entendida como toda a observação específica referente a um determinado comportamento, que encoraja uma pessoa a melhorá-lo, reforçá-lo ou desenvolvê-lo.

Tipo de crítica

A crítica pode ser positiva ou negativa. A positiva reforça o comportamento. A negativa visa corrigir ou melhorar o comportamento ou desempenho de baixa qualidade ou insatisfatório. Ambas devem ser construtivas. Mas também existem pessoas que fazem críticas destrutivas. Esse tipo de crítica cria um ciclo negativo de ataques e contra-ataques, principalmente se o casal for composto por pessoas obsessivas ou ressentidas. Toda a admiração pelo outro morre, dando espaço apenas a aspectos negativos.

Muitos tendem a criticar constantemente as pessoas que os rodeiam. Mas, quase sempre o parceiro é a maior vítima. Costumamos sempre ficar apontando os pontos negativos dos outros. Como seres imperfeitos, nem sempre temos a consciência dos aspectos que atrapalham a nossa felicidade amorosa. Muitas vezes, ansiamos por um forte desejo de mudança, mas quando não encontramos as ações necessárias para nos transformar, é mais fácil mostrar ou exigir que o outro mude.

 

 
 
 
02 de abril de 2015

O desafio de recomeçar

recomeço

 

‘Não importa onde você parou… em que momento da vida você cansou… o que importa é que sempre é possível e necessário “recomeçar”…’ Carlos Drummond Andrade

Sacudir a poeira e dar a volta por cima. É o que os amigos nos dizem quando saímos de um longo relacionamento. Passado o período do sofrimento, chega o momento da reconstrução de si mesmo. Hora de se amar, de se curtir, de começar novos desafios. Ressurgir das cinzas tal qual uma fênix, a ave mitológica que colocava fogo no próprio ninho para ressurgir rejuvenescida de suas cinzas.

Parece fácil. Ah! Que bom se fosse. Sair daquele momento de tristeza, onde nem nós mesmos nos aturamos, nos sentimos um lixo, mal humorados, de mal com vida, e passar para um estado latente de euforia como se nada tivesse acontecido, só com muita força de vontade para recomeçar. Mas é possível.

O primeiro passo é voltar a se amar. Quando apaixonados nos jogamos de corpo e alma e, muitas vezes, nos esquecemos das nossas próprias necessidades. Esquecemos que o relacionamento mais duradouro que temos é o relacionamento com nós mesmos. Todos os outros vêm e vão. Só o relacionamento com nós mesmos é eterno porque até mesmo os casamentos que duram “até que a morte nos separe” acabam um dia. Quando começamos o relacionamento esperamos que seja para sempre, mas parece que nos dias atuais só encontramos relacionamentos que duram “até que a primeira crise nos separe”.